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Clínica Veterinária Bueno cuidando bem do seu animal de estimação

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Consulta, medicamentos, vacinas importadas, cirurgia, internação, aparelho de anestesia inalatória.

Emergência 24 horas ligue 15-991416065

Dente de Lobo

Posted by on 09:15 in Dicas, Uncategorized | 0 comments

sem-tituloFonte: Leandro Lucatelli Bueno

O primeiro pré-molar ou dente de lobo pode começar a nascer entre o quinto e o sexto mês de vida, mais nem todo os equinos apresentam a erupção do mesmo. O ideal é ser feito a extração para evitar que o animal tenha desconforto na hora de colocar a embocadura, atrapalhando assim a fase de doma do animal.

Sempre consulte um Médico Veterinário capacitado para a realização do procedimento.

Corte ocasionado por um pedaço de madeira em equino

Posted by on 14:40 in Uncategorized | 0 comments

Devido a parasitas gastro-intestinais, animal foi se coçar em um pedaço de madeira e acabou sofrendo corte profundo.

Feito sedação, assepsia e sutura da região afetada.

Prescrito antibiótico, anti-inflamatório e pomada repelente.

 

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Cirurgia ortopédica de fixação de placa T em osso Rádio de uma Pinscher de 1,5kg

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Cirurgia ortopédica para correção de fratura completa de Rádio e Ulna em porção distal, próximo a articulação metacarpiana de uma Pinscher de 1,5kg.

Técnica utilizada: Fixação de placa em T em osso Rádio

Cirurgia feita na Clínica Veterinária Patas de Ouro, pelos cirurgiões Dr. Anderson Roberto Delgado e Dr. Leandro Lucatelli BuenoIMG_1017

A importância da implantação de programa e controle de vacinas para a prevenção de doenças nos cavalos

Posted by on 19:47 in Uncategorized | 0 comments

Não existe um programa de vacinação padronizado para todos os equinos e é de responsabilidade do médico veterinário planejar um plano de acordo com as necessidades de cada criatório. O protocolo de vacinação pode variar de acordo com o tipo de criação, a localização geográfica do haras e em casos de surtos ou epidemias de doenças infectocontagiosas.

Com o aumento do número de provas e eventos equestres por todo o país, elevou-se a frequência de trânsito e aglomeração de animais e, consequentemente, a disseminação de doenças. Assim, é de grande importância a implantação de um programa de vacinação adequado para a prevenção das doenças. As vacinas que utilizamos na rotina para equinos são: Raiva, Influenza, Tétano, Encefalomielite (dos tipos Leste e Oeste) e Rinopneumonite (aborto equino a vírus).

 

 

vacina equino

 

 

Veja o esquema de vacinação utilizado em equinos:

VACINA

EQUINO ADULTO POTRO ÉGUA PRENHE
Tétano Anual 1ª dose na desmama; 2ª dose 30 dias depois Anual
Influenza Anual 1ª dose na desmama; 2ª dose 30 dias depois Anual
Encefalomielite (Leste e Oeste) Anual 1ª dose na desmama; 2ª dose 30 dias depois Anual
Raiva Anual 1ª dose na desmama; 2ª dose 30 dias depois Anual
Rinopneumonite (EHV-1 e EHV-4) 1 dose a cada 6 meses 1ª dose na desmama; 2ª dose 30 dias depois 5º, 7º e 9º meses de gestação

 Observações:

    1. Animais que nunca foram vacinados: aplicar 2ª dose de reforço 30 dias depois da 1ª;
    2. Nos potros, após esquema inicial, deve ser feito um reforço aos 12 meses de idade e, posteriormente, seguir o esquema dos equinos adultos;
    3. Nas éguas gestantes: uma dose de reforço (contra Tétano, Influenza e Encefalomielite) pode ser feita 30 dias antes do parto para aumentar os níveis de anticorpos no colostro e, consequentemente, para o potro nascer com imunidade maior contra tais doenças, e
    4. Além destas vacinas preconizadas para as éguas gestantes, pode ser feito um tratamento preventivo contra aborto por Leptospirose, que consiste em duas aplicações do antibiótico Estreptomicina (12,5g) – no 3º e no 6º meses de gestação.

Um fator muito importante é com relação à manutenção das vacinas sobre refrigeração em temperatura adequada, tanto no armazenamento quanto no transporte, e durante a sua utilização.

As instruções devem seguir as recomendações do fabricante, pois se houver alguma falha nestes procedimentos pode ocorrer perda na eficácia.

No momento da vacinação, o animal deve estar livre de vermes e carrapatos. Se vacinarmos um animal com algum desequilíbrio nutricional ou hormonal, a resposta à vacinação pode não ser eficiente e o animal continuará com risco de adquirir a doença. Animais com febre, alguma infecção ou virose devem também esperar completa recuperação para depois serem vacinados, pois estas condições podem diminuir o efeito da vacina.

Fica claro que é de suma importância a implantação de um programa de vacinação adequado em equinos para a prevenção e controle das doenças. E o proprietário deve estar ciente de que a vacinação serve para minimizar os riscos da infecção, mas não é capaz de prevenir doenças em todas as circunstâncias.

A ideia de que a vacinação protege contra doenças deve ser acompanhada por um bom manejo sanitário e alimentar, ou seja, devemos trabalhar com o conceito de um manejo de boa qualidade e não vacinar pura e simplesmente.

Fonte: http://www.infohorse.com.br/materias/veterinaria/vacinacao-em-equinos/

Leucoencefalomalácia você sabe o que é?

Posted by on 18:11 in Uncategorized | 0 comments

Leucoencefalomalácia, ou apenas LEM, é uma intoxicação que acomete equinos e por muitas vezes acaba em óbito. Sua distribuição é mundial e está relacionada à ingestão de ração comercial ou milho com o fungo Fusarium moniliforme.

O Fusarium moniliforme afeta o sistema nervoso central desenvolvendo sinais neurológicos repentinos. O desenvolver da doença é diretamente proporcional à quantidade de toxina ingerida. Entretanto, os sinais não costumam demorar em aparecer e geralmente o diagnóstico é fechado em período de 72 horas.

O fungo propriamente dito é encontrado na maioria dos estoques de milho, porém, sua micotoxina responsável pela intoxicação é produzida somente em condições especiais. O fungo se desenvolve quando a umidade do milho é superior a 15%, o crescimento ótimo está entre as temperaturas de 20C a 25C.

Os milhos que estão afetados podem ser identificados visualmente por aspecto que varia entre púrpura, marrom e vermelho.

Os sinais clínicos mais frequentes incluem fraqueza generalizada; hiperexcitabilidade ou estado mental vegetativo; cegueira unilateral ou bilateralmente; desorientação; ataxia, andar em círculos; pressão da cabeça contra objetos; dificuldade na apreensão de alimentos e hipoalgesia da face.

Alguns animais doentes exibem comportamento frenético, correm de forma desesperada, podendo posteriormente permanecer em decúbito, apresentar convulsões tônico-clônicas, coma e morte (KELLERMAN et al., 1990; RIET-CORREA et al, 1998; LEWIS, 2000; REED & BAYLY, 2000; GEORGE & SMITH, 2002; DILKIN & MALLMANN, 2004).

Deve-se tomar cuidado, uma vez que o diagnóstico clínico conclusivo de LEM é difícil de ser realizado devido aos sinais neurológicos serem semelhantes àqueles que ocorrem em decorrência da raiva, da encefalopatia por herpesvírus e das encefalomielites.

O tratamento baseia-se em suporte com fluídos intravenosos, dimetilsulfóxido e vitaminas para tentar estabilizar o animal, porém não há dados que indiquem benefícios concretos. Lembre-se sempre de consultar um Médico Veterinário, ele é o único que possui a formação necessária para lhe prestar assistência.

Fonte: http://infoequestre.blogspot.com.br/

 

 

LEUCOENCEFALOMALACIA

Dicas de alimentação para equinos

Posted by on 18:05 in Uncategorized | 0 comments

 

– Acesso a pastos de qualidade, sendo a melhor graminea para pastejo o Tifton;

– O capim verde picado, oriundo das capineiras, ou de pastos de Tifton, Coast Cross, Tangola e outros, deve ser cortado no ponto ótimo de crescimento (altura em torno de 1,50m), a fim de preservar o valor nutritivo ideal. O capim velho e fibroso pode provocar distúrbios digestivos. O capim muito novo pode provocar diarréia;

– A quantidade de volumoso deve ser, no mínimo, 5kg por dia;

– O capim picado não deve permanecer no cocho mais do que 12 h, para evitar a fermentação e o consequente risco de distúrbios digestivos. As cólicas ainda representam a causa numero 1 de mortes na espécie equina;

– Não é recomendado misturar ração ao capim picado. Obedeça um intervalo de, pelo menos, uma hora, entre o consumo do volumoso e o da ração concentrada;

– É mais indicado o fornecimento de feno de qualidade para animais confinados, especialmente os de Tifton e Alfafa;

– Quantidade de feno/cabeça/dia: um fardo de 10 a 12 kg de feno de Tifton é suficiente para alimentar diariamente até dois animais adultos ou três potros, pressupondo que a dieta também inclui ração concentrada e acesso a pasto durante um período do dia ou da noite;

– A ração concentrada deve ser de fabricante idôneo, sendo recomendado dividi-la em duas ou três vezes / dia – manhã, meio-dia, tarde;

– O total de consumo/mês é relativo ao peso. Para cada 100kg de peso, fornecer de 0,5 a 1,0kg de ração concentrada.

– Não fornecer quantidade superior a 2,5 kg de ração concentrada por vez;

– Para potros, entre 1 a 2 anos, a média de consumo varia de 2 a 4 kg/dia, dependendo da raça. Para animais adultos, a média varia de 4 a 6kg/dia;

– Acesso permanente a água limpa e fresca

– Limpeza diária de bebedouros e cochos;

– Livre acesso a mistura mineral balanceada e sal comum.

– Antes, durante e logo após o transporte, não fornecer ração concentrada;

– Obedeça um intervalo de pelo menos uma hora entre o fornecimento de ração concentrada e o início e término dos exercícios físicos intensos;

– Durante o período de exposições, programar o fornecimento da mesma alimentação recebida pelos animais no haras.

Fonte: www.mundoequino.com.br

cavalo comendo

Você sabe o que é Carbúnculo Sintomático?

Posted by on 18:35 in Uncategorized | 0 comments

carbúnculo sintomático é uma moléstia contagiosa que acomete os animais de médio e grande porte e também o ser humano, podendo ser fatal a ambos. Os equinosgeralmente são menos afetados que os ruminantes.

agente causador da doença é o Bacillusanthracis encontrado, principalmente, onde já foram registrados casos da moléstia, uma vez que seus esporos permanecem no solo por vários anos.

Os esporos provêm de animais carbunculosos enterrados, sem o devido cuidado e trazidos à superfície pelas minhocas. As fezes e sangue dos animais que estiverem na pastagem são infectados.

O carbúnculo é comum em equinos mantidos em regime de pasto, mas pode surgir em estábulos por feno contaminado.

A doença é ocorrente em qualquer região, mas tem aparecido mais em terrenos pantanosos e áreas com muita matéria orgânica em decomposição, lugares onde os esporos vivem por tempo prolongado. Os bacilossão pouco resistentes ao calor e à dessecação.

Quando os equinos são acometidos apresentam fortes cólicas, edema do peito, pescoço e da região faringeana, depressão, febre alta, dispneia, edemas subcutâneos no tórax e no pescoço, faringite, hemorragia nasal e manqueira.

A doença é evitada com a vacinação que deve ser escolhida pelo médico veterinário, pois depende da região e situação que se apresenta.

 

Fonte: www.saudeanimal.com.br

Você sabe o que é Palatite em equino?

Posted by on 21:23 in Uncategorized | 0 comments

 

Conhecida no campo por muita gente como “travagem”, é uma inflamação do palato do cavalo. Trata-se de um processo inflamatório transitório do revestimento mucoso, junto à face interna dos dentes incisivos superiores.

Um sintoma característico da palatite é o aparecimento de um “bolo de carne” no céu da boca. O animal tem dificuldade para se alimentar e fica magro e feio, mas não é a palatite que faz com o animal emagreça, e sim os sintomas que ela provoca como a mastigação lenta e dolorosa, salivação e exposição constante da língua, o que pode levar a um emagrecimento lento e progressivo. O animal tende a deixar cair alimento da boca durante a refeição, ou até mesmo a se recusar a comer.

A palatite pode ocorrer em animais jovens durante a erupção dos dentes incisivos permanentes, isto é, entre 24 e 60 meses.

Em potros, a troca dentária pode originar o problema, especialmente se houver demora na eliminação total do dente de leite.

Em animais de qualquer idade pode ser decorrente de uma alimentação muito grosseira (capim, feno duro e com talos grossos) e/ou com excesso de grãos, principalmente milho inteiro.

A confirmação se dá pela inspeção direta da boca do animal e observando-se que o palato ultrapassa a linha dentária incisiva superior, em alguns casos tendo consistência firme.

É comum até os dias de hoje leigos confundirem edemas que muitas vezes não causam problema algum com travagem ou palatite e com isso fazem um tratamento cruel que consiste em queimar ou cortar esse aumento de volume do palato (isso nunca deve ser feito mesmo que seja palatite propriamente dita).

Quando for observada alguma alteração no palato ou suspeitar de algum problema relacionado ao emagrecimento, dificuldade de apreensão e de engorda nos cavalos, deve-se antes de qualquer coisa consultar um Médico Veterinário que tenha amplo conhecimento das estruturas relacionadas a cavidade oral e tenha os equipamentos necessários para um exame adequado da cavidade oral .

Somente com um exame bem detalhado da cavidade oral é possível diagnosticar a causa desse aumento de volume do palato e atribuir um tratamento de forma ética e correta.

O enfoque do tratamento da palatite tem mudado nos últimos anos, a inflamação será autolimitante desde que melhorias no manejo alimentar sejam implementadas. Assim, como primeira opção, recomenda-se o fornecimento de verde de boa qualidade, evitando-se grãos inteiros.

Em alguns casos, o uso de anti-inflamatórios não esteroides será necessário.

retirada cirúrgica (com o uso de anestesia) é uma opção mais radical para alguns casos e o procedimento deve ser realizado por veterinário habilitado pelos riscos de acidentes e hemorragias.

É importante lembrar que somente o crescimento (hiperplasia) do palato não acompanhado de sinais clínicos adicionais locais (inflamação), dificuldades na mastigação e emagrecimento, não é indicativo de intervenção terapêutica, pois muitos animais convivem naturalmente com esta condição.

A boca dos animais deve passar por exames periódicos para detecção da palatite e outros problemas, especialmente dentários, que podem da mesma forma trazer problemas diversos como cólicas e perdas na condição física.

Para isso, o criador deve recorrer ao veterinário.

Somente com um exame bem detalhado da cavidade oral é possível diagnosticar a causa desse aumento de volume do palato e atribuir um tratamento de forma ética e correta.

 

 

palatite

Fonte: Equinocultura

Autor: Dr. Ciro Pinheiro Mathias Franco